sábado, 16 de fevereiro de 2013

Herbalismo e Banhoterapia




As plantas medicinais são largamente utilizadas por suas conhecidas propriedades fitoterápicas, onde são extraídos os princípios ativos que irão produzir ação farmacológica. No entanto, o reino vegetal tem mais a oferecer do que simplesmente componentes químicos identificados nas plantas.
Todo vegetal concentra em seu interior a mesma energia que é essencial para a manutenção da vida de todos os seres, que é a energia vital. Esta energia é chamada de Prana na cultura hindu, de Chi ou Ki na Medicina Tradicional Chinesa, de Pneuma pelos gregos ou Ka pelos egípcios. Seja qual for o nome, é a energia responsável pelo bom funcionamento do nosso organismo, ainda que seja entendida como abstrata pelos mais céticos.
Ao falarmos de Herbalismo, ou seja, da utilização de ervas medicinais de um modo que não seja pela Fitoterapia, podemos considerar a proposta de utilizar a energia vital presente nas ervas de modo a favorecer a nossa saúde. Chegamos assim à ideia do banho de ervas, ou Banhoterapia. O banho de ervas quase sempre é compreendido como prática ritualística de cunho religioso, e de fato pode ser, mas não é somente isso. Quando se utiliza ervas em um banho, antes de qualquer intenção religiosa, há a possibilidade de aproveitamento do poder da natureza na recuperação ou manutenção da saúde, desde que sejam usadas as ervas mais adequadas em cada caso.

Link da imagem: http://www.jardinaria.com.br/site/2010/04/o-poder-das-ervas/

domingo, 13 de janeiro de 2013

Alfazema



A alfazema pode ser utilizada de modo interno ou externo, visando à obtenção de benefícios com aplicação fitoterápica. Na forma de chá, é uma planta medicinal com indicação para o combate da insônia e distúrbios de ansiedade, assim como para problemas digestivos acompanhados da formação de gases, devido às ações carminativa e antiespasmódica. Quando aplicada externamente, são aproveitadas as suas propriedades antissépticas, úteis para auxiliar na cicatrização de ferimentos e no combate às micoses.
Como tudo o que é encontrado no reino vegetal, possui também suas propriedades energéticas, que favorecem o equilíbrio emocional. No banho de ervas proporciona paz, serenidade e atrai vibrações positivas. Por esta razão, é utilizada também com finalidade ritualística quando se pretende estabelecer aproximação com a espiritualidade.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Alho: terapias e simpatias



O Alho é largamente utilizado por um grande número de pessoas, tanto por suas qualidades terapêuticas como por se tratar de um ingrediente importante na culinária. Aqui o nosso foco consiste nas propriedades terapêuticas, então é disso que iremos tratar a seguir.
Além das mais diversas receitas para combate aos sintomas da gripe, o alho também pode ser empregado nos casos de parasitoses, candidíase, dislipidemias e hipertensão, além de possuir efeito antioxidante. As indicações mencionadas se devem às seguintes propriedades do alho: antimicrobiana, antifúngica, antihipertensiva e antiplaquetária.
Neste blog sempre citamos também as propriedades sutis ou mágicas dos elementos que compõem o reino vegetal, entrando no campo das curiosidades acerca de cada espécie. Em relação ao alho, há um grande número de simpatias ou magias que o envolve. Vamos ver algumas:
- Confeccionar um colar com 7 dentes de alho e colocar debaixo do travesseiro por 7 noites, para afastar os males e perturbações espirituais;
- Colocar um dente de alho em um copo com água atrás da porta de entrada da residência, para combater o mau-olhado e espantar as visitas indesejadas;
- Deixar um dente de alho na carteira ou na bolsa durante 7 dias para combater a inveja, entre tantas outras.
No banho de ervas, que é preparado com o intuito de promover o equilíbrio emocional, com aproveitamento das propriedades energéticas dos vegetais, o alho também possui sua função, ou melhor, sua casca. A função da casca do alho no banho de ervas é proporcionar proteção contra ataques obsessivos.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Gengibre: útil para os problemas estomacais



No que diz respeito à fitoterapia ou às receitas populares, o gengibre é bastante conhecido como auxiliar no combate aos sintomas de gripes e resfriados, assim como para reduzir a irritação da garganta, quando preparado na forma de chá com outros ingredientes, como por exemplo limão e/ou mel.
Esta espécie vegetal, no entanto, pode ser utilizada também como adjuvante no tratamento de distúrbios do aparelho digestivo, tais como gastrite, flatulência, refluxo e digestão lenta. O gengibre parece aliviar estes sintomas por estimular a produção de secreções gástricas necessárias para que o processo digestivo ocorra de forma satisfatória.
Deve-se ter cautela com relação à utilização do gengibre nos casos de hipertensão.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Poejo


O Poejo é uma erva muito aromática, e possui propriedades interessantes para uso no combate contra gripes e resfriados, tais como aperiente (estímulo do apetite), expectorante e antimicrobiana.
Além da utilidade supracitada, pode ser usado também na forma externa contra halitose (neste caso, o gargarejo), na pele, como repelente de insetos, e também no couro cabeludo, para combate da pediculose.
No caso do uso interno na forma de chá, não exagerar na dose, pois apresenta toxicidade. O preparo de uma xícara diária em quadros gripais pode ser suficiente. Isso não irá curar a gripe, mas entra no arsenal de receitas caseiras que podem auxiliar no alívio dos sintomas. Não é recomendada a sua administração interna por período prolongado.
A propriedade sutil desta erva é explorada no preparo do banho aromático, útil para fixação energética, equilíbrio e clareza mental.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mil Folhas


A planta de nome científico Achillea millefolium L. é conhecida popularmente como Mil Folhas e também como Aquiléia. Este último nome é atribuído em um contexto mitológico, já que é dito que foi a planta utilizada por Aquiles para curar suas feridas.
A Mil Folhas possui como propriedades medicinais a ação cicatrizante quando utilizada externamente, ou no alívio de sintomas como dispepsia (indigestão) ou cólicas e irregularidades menstruais, no preparo para uso interno.
Uma curiosidade sobre esta planta é que existem relatos sobre seu uso na antiguidade de forma ritualística, de forma que bruxos a usavam para ter maior sensibilidade e percepção em suas práticas divinatórias.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Camellia sinensis (chá verde)


A Camellia sinensis é o vegetal que corresponde ao chá verde, assim como chá branco ou chá preto, havendo mudança apenas nas condições de cultivo para que se obtenha um ou outro.
É uma planta bastante utilizada e um grande número de pessoas conhece seus benefícios. Possui ação antioxidante, útil portanto no combate aos radicais livres (substâncias influentes em processos patológicos e no envelhecimento), pode ser usada para o combate à fadiga crônica quando apresentamos muito cansaço no cotidiano e também no controle de dislipidemias e hiperglicemia, interessante para quem possui níveis elevados de colesterol e para os diabéticos.
No caso de colesterol elevado e diabetes, o chá verde não irá resolver o problema, apenas irá ajudar no controle lipídico e glicêmico (seguindo também outras medidas e orientações médicas).