domingo, 30 de março de 2014

Personalidade pelas cartas de Lenormand - Parte 2



Nesta postagem, darei continuidade aos conceitos descritos na Parte 1, onde tivemos a personalidade fornecida pelas cartas de 1 a 18 do baralho. Veremos agora as cartas de 19 a 36:

19- Torre: pessoa reservada e paciente, com boa experiência e capacidade de reflexão;
20- Jardim: pessoa que gosta de festas e novidades, alegre e extrovertida;
21- Montanha: pessoa teimosa, severa, inteligente e refinada;
22- Caminhos: pessoa indecisa, que costuma sofrer com altos e baixos;
23- Ratos: pessoa de pouca confiança, que costuma sofrer com desilusões e/ou depressão;
24- Coração: pessoa sensível e de mentalidade jovem, impulsiva e inconstante;
25- Aliança: pessoa responsável, fiel e que gosta de cumprir suas promessas;
26- Livro: pessoa inteligente e misteriosa. Transmite uma tranquilidade aparente, mas é inquieta;
27- Carta: pessoa dada aos estudos e que possui facilidade para se expressar;
28- Homem: pessoa forte, que exerce autoridade e não gosta de ficar por baixo dos demais;
29- Mulher: pessoa determinada, mas que pode ter dificuldades com oscilações de humor;
30- Lírio: pessoa de alma pura, divertida e aberta a novos conceitos;
31- Sol: pessoa com características de liderança, ambiciosa e de muita energia;
32- Lua: pessoa sonhadora, intuitiva e de pouca organização. Não gosta de regras;
33- Chave: pessoa analítica e pragmática, que gosta de agir por conta própria;
34- Peixes: pessoa muito segura de si e de boa habilidade para os negócios;
35- Âncora: pessoa estável, mas também acomodada e que não gosta de mudanças;
36- Cruz: pessoa propensa a perturbações e depressão, devido à dificuldade de aceitar os fatos.

Obs: a personalidade descrita nas cartas do homem ou da mulher devem ser utilizadas independente do sexo de quem se consulta. Estas cartas, tanto quanto as demais, mostram características de personalidade. Quando usadas com esta finalidade, deixam de ser, portanto, cartas pessoais.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Personalidade pelas cartas de Lenormand - Parte 1




Estas informações podem ser úteis durante as consultas, pois fornecem mais parâmetros sobre o consulente, gerando a possibilidade de melhor atendê-lo. Na minha opinião, não convém interpretar uma mensagem de personalidade como algo fixo, mas sim relativo ao momento.

Há duas maneiras de lidar com estes conceitos:

1- Transmitir a mensagem, para que a pessoa saiba mais sobre si e entenda como aproveitar melhor a fase que atravessa;

2- Não transmitir a mensagem, utilizando-a apenas para compreender melhor o consulente e a forma de abordá-lo durante a consulta.

Vamos às cartas:

1- Cavaleiro: pessoa dinâmica, aventureira e adaptável a qualquer tipo de situação;
2- Trevo: pessoa agradável e alegre, que sabe aproveitar a vida;
3- Navio: pessoa que gosta de isolar-se e que tem postura evasiva;
4- Casa: pessoa amável, educada e de hábitos caseiros;
5- Árvore: pessoa estável e forte, mas de pouca agilidade;
6- Nuvens: pessoa insegura, indecisa e que frequentemente é acometida pelo cansaço;
7- Serpente: pessoa sedutora, falsa e que age com superficialidade;
8- Caixão: pessoa deprimida e triste, que pode apresentar hipocondria;
9- Flores: pessoa amiga e confiável, que não age por interesse;
10- Foice: pessoa agressiva e sem paciência;
11- Açoite: pessoa de difícil trato, temperamental e autoritária;
12- Pássaros: pessoa fria e calculista;
13- Criança: pessoa que não gosta de responsabilidades, imatura e de bem com a vida;
14- Raposa: pessoa de pensamento rápido, maliciosa e perigosa;
15- Urso: pessoa responsável e teimosa, que sabe lidar com finanças;
16- Estrelas: pessoa de boa sensibilidade, dada às artes, letras e ocultismo;
17- Cegonha: pessoa sociável, carinhosa e de bom trato pessoal;
18- Cachorro: pessoa inteligente, amiga e protetora.

A referência destas informações está no livro "Todos los secretos del Petit Lenormand" - Pepi Valderrama.

Na segunda parte (em breve), postarei as informações referentes à outra metade do baralho.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Herbanário: Carqueja


Carqueja

Nome científico: Baccharis trimera DC. (carqueja-doce)

Outros nomes populares: vassoura, bacanta, cacália, condamina.

Forma de uso: banho



Propriedades

A carqueja confere devoção, segurança e desprendimento, sendo útil, portanto, em situações nas quais faz-se necessário elevar a crença sobre aquilo que se pretende realizar. Do mesmo modo, é uma erva empregada a fim de facilitar o processo de desapego das questões que devem permanecer no passado.

Adicionalmente, a carqueja atua sobre o chakra cardíaco, afastando sentimentos negativos de inferioridade, tristeza e falta de amor próprio. 


Referência: Banho de Ervas - Ritual e Terapia
Link: https://clubedeautores.com.br/book/142976--Banho_de_Ervas

sábado, 11 de janeiro de 2014

Meditação Criadora



Exercício:

A proposta é a de transformar em sua vida aquilo que você não quer que te acompanhe mais.

- Procure de preferência um lugar calmo;
- Feche os olhos e respire profundamente durante 1 minuto, buscando se desligar do mundo que há em volta e partindo para seu interior;
- Tente trazer neste momento, após um relaxamento inicial, tudo o que incomoda. Tente visualizar cada um de seus problemas bem à sua frente;
- Após dar forma ao que é negativo, visualize como quer que isto seja transformado a fim de obter a paz que deseja alcançar;
- Neste momento, visualize uma fogueira grande diante de seus olhos, bem no centro de seus problemas. A chama do fogo é de cor violeta e é um fogo que arde, você pode sentir o calor em seu  rosto. A cor violeta é a utilizada para reciclar, ou como é mais comumente dito, transmutar aquilo que é negativo para o positivo;
- Após a realização da transmutação, visualize sobre você uma chuva de pó fino dourado, que servirá para concretizar aquilo que idealiza.

Este é um exercício para treinamento mental, sendo a nossa mente a chave para tudo o que precisamos tratar na vida, o lugar onde estarão todas as respostas. O tempo de cada etapa deste exercício meditativo é estabelecido por cada pessoa, pois cada um conhece a intensidade daquilo que deseja transformar em sua vida.

Pense que é possível, pois você realmente pode até que se prove o contrário, o que também só será provado se você deixar. Seja dono(a) de suas ideias.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Oráculos: Adivinhação ou Orientação?




Costumo dizer que, ao oferecer uma consulta, é interessante que o oraculista exerça um papel educativo, além daquilo que normalmente já se espera deste profissional. Faço esta afirmação com base em minha experiência de atendimentos, e por notar o quanto algumas pessoas contam apenas com uma ideia superficial do sentido da arte oracular. A consequência disso é uma expectativa que provavelmente não será bem atendida.

Até aí tudo normal, afinal quem procura um oraculista não possui estudos e compreensão do significado deste ofício. Justamente por isso, é preciso esclarecer alguns pontos e desmistificar aquilo que não está claro. Uma oportunidade de explicar o que fazemos não pode ser desperdiçada, não podemos "deixar como está" em alguns casos.

Não é fácil desvincular a adivinhação daquilo que fazemos, mas é preciso mostrar que fazemos mais do que isso. Adivinhar é prever, e previsão pode ou não se cumprir. Portanto, é preciso ter cuidado com aquilo que transmitimos aos consulentes.

É bastante válido informar que cada pessoa é responsável pela construção de seu próprio destino, e portanto não é sensato confiar tudo aos oráculos. Uma consulta de Tarot ou Baralho Cigano, por exemplo, é de muita utilidade para nos mostrar as possibilidades com as quais iremos nos deparar diante de cada questão colocada. Porém, mais do que nos informar o que poderá acontecer, as cartas nos preparam para lidar de forma satisfatória com algumas circunstâncias que surgirão em nosso caminho.

Sempre que as cartas são usadas com responsabilidade, poderemos adquirir parâmetros para aproveitar melhor uma oportunidade ou evitar uma cilada. Isso serve tanto para os próprios oraculistas quanto para seus consulentes.

A forma de lidar com oráculos é muito variada entre os profissionais do ramo, e certamente algo que não é elegante de se fazer é questionar o conhecimento ou a forma de trabalhar de um colega. É preciso lembrar que não lidamos com uma ciência exata, mas subjetiva, e assim torna-se quase impossível haver um "dono da razão". 

Contudo, acho importante não vender ilusões, pois é indelicado brincar com as incertezas alheias. Inspirado nesta ideia é que decidi criar o presente texto, e espero que sirva bem a quem dedicar um breve momento de seu tempo com a leitura.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Herbanário: Sálvia



Nome científico: Salvia officinalis L.

Outros nomes populares: erva-sagrada, chá-da-grécia, sabiá, chá-da-frança

Forma de uso: banho



Propriedades

A Sálvia é uma erva que age proporcionando equilíbrio. Auxilia na tomada de decisões, devido ao fato de permitir uma análise mais precisa das opções disponíveis. Portanto, se estiver em dúvida, use a Sálvia! Ajuda a manter o bom estado de saúde e é potencializada em associação com hortelã.

Atua sobre o chacra laríngeo, propiciando maior habilidade na comunicação. Este chacra sofre bloqueio energético quando não comunicamos aquilo que é necessário, e então a Sálvia nos lembra de que precisamos expor nossas ideias (a textura da planta sugere a forma da língua).

Obs: Para uso fitoterápico, a fim de evitar problemas, não costumo sugerir indicações. No entanto, a Sálvia tem aplicação local no caso de aftas, podendo-se empregar a infusão em bochechos. A mesma infusão também pode ser usada como tônico capilar.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Falando de Ervas: Angélica



Nome científico: Angelica sinensis (Oliv) Diels.

Outros nomes populares: Angélica-chinesa, Dong-quai.

Formas de uso: fitoenergético/banhos de ervas.



Propriedades

Considerando-se as propriedades energéticas, temos um vegetal útil para equilíbrio do chacra umbilical. É auxiliar na terapia holística visando amenizar comportamentos negativos, tais como raiva, medo, mágoa, pânico, culpa e falta de aceitação dos fatos que a vida apresenta.

No banho de ervas, a Angélica pode ser usada para oferecer proteção. Tendo em vista esta mesma finalidade, é possível carregar o vegetal embrulhado na forma de amuleto junto ao corpo.

Obs: quem deseja utilizar este ou qualquer outro vegetal com finalidade fitoterápica, deve pesquisar cuidadosamente as indicações terapêuticas, ou, de preferência, consultar um profissional que saiba recomendar o uso de plantas medicinais com ética e responsabilidade.