segunda-feira, 11 de abril de 2016

Plantas contra o ácido úrico


O ácido úrico é eliminado fisiologicamente pela urina, porém pode se acumular em decorrência de determinados distúrbios metabólicos que surgem por erros alimentares.

É importante evitar o exagero de alimentos cárneos, cereais secos, açúcar refinado, doces em geral e bebidas alcoolicas.

Algumas plantas podem ser utilizadas com o objetivo de regular os níveis séricos do ácido úrico, dentre as quais:

- Alfavaca: preparar o chá das folhas (50g para 1L de água) e tomar 3 xícaras ao dia;

- Cavalinha, carqueja e quebra-pedra: utilizar as ervas combinadas (60g para 1L de água) e tomar 2 xícaras ao dia;

- Chapéu-de-couro: preparar o chá das folhas (30g para 1L de água) e tomar 4 xícaras ao dia;

- Sabugueiro: preparar o chá das folhas (60g para 1L de água) e tomar 3 xícaras ao dia.

domingo, 10 de abril de 2016

Cravo da Índia

Nome botânico: Caryophyllus aromaticus L.

Outros nomes populares: craveiro, cravinho, girofleiro, cravo-aromático, cravo-de-doce

Origem: Ilhas Moluscas - Indonésia, porém atualmente cultivado em todo o mundo

Indicações principais: artroses (uso externo), micoses localizadas, analgésico local em odontologia, flatulência e digestão lenta

Modo de uso: planta seca: 2 a 4g/dia - pó: 0,1 a 1g/dia - tintura 10 a 15ml/dia - extrato líquido: 2 a 5ml/dia

Precauções e Toxicidade: o óleo em altas doses pode causar queimadura de mucosas, irritação gástrica e inflamação cutânea. O óleo essencial é neurotóxico e irritante de mucosas

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Dica de Fitoterapia: Garra do Diabo

Garra do Diabo

Nome comum: Garra do Diabo

Nome botânico: Harpagophytum procumbens DC

Parte utilizada: tubérculo

Este vegetal pode ser encontrado também com o nome de Harpagófito, proveniente de Harpagophytum, termo que pode ser traduzido como planta de uva.

Possui atividade anti-inflamatória e analgésica, tendo como algumas de suas indicações o auxílio no tratamento de doenças reumáticas, tais como artrite e artrose, assim como tendinite. Além disso, em tribos africanas foi identificado o uso no tratamento de dispepsias, na forma de remédio amargo.

É contraindicada em casos de úlceras e gastrites (tal como ocorre com anti-inflamatórios sintéticos), gravidez e amamentação. Deve ser utilizada com cautela em pacientes portadores de cardiopatias, pois há possibilidade de interação com os medicamentos usados no tratamento. Em pacientes diabéticos o mesmo ocorre, pois é possível a redução da glicemia e descompensação da patologia.

Algumas formas de uso:

- Infusão: não ultrapassar 8g de pó para 0,5L de água
- Extrato seco: até 2g ao dia

Para facilitar o uso caseiro, há sugestão de uma colher de sopa de tubérculos da garra do diabo para 0,5L de água. Consumir de 2 a 3 xícaras ao dia, não prolongando o uso sem orientação de especialista.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Quais são os seus desígnios?

A descoberta do caminho correto a ser trilhado pode ser um trabalho que custa tempo da vida, mas não se trata de uma conquista impossível. 

É verdade que, quanto maior o tempo dedicado a atividades que não condizem com nossos propósitos, maior é o período correspondente ao desvio do que realmente devemos fazer; também é justificável a batalha por recursos que permitam a busca pela capacitação desejada, de forma que isso normalmente se dá por meio de trabalhos que desagradam, exigindo paciência. Contudo, a maior das verdades é a de que nada será concretizado sem entrega, ou seja, sem "abraçar uma causa".

Nossas opções são a de seguir a vida de modo corriqueiro, através do contentamento com um emprego e com as contas pagas, porque "tem que trabalhar" ou então podemos perseguir a concretização de sonhos. Não é inteligente aceitar palpites sobre o que deve ser nosso, sendo que tais palpites podem chegar a nós através de amigos ou familiares (faça isso, faça aquilo, você é louco(a), não faça isso, etc...).

É preciso agir com gentileza a todos à nossa volta, mas principalmente conosco. Respeitar a si próprio é tomar a decisão de ter uma historia para contar, e que seja construída com admiração e orgulho de nossos próprios feitos. Ninguém neste mundo é apenas mais um, todos somos únicos e especiais.

Desafio: descubra quais são os seus desígnios e aí vá e faça acontecer, mas faça-o sem titubear ou medir consequências, afinal algo grandioso se constrói com muita luta e crença. Se você não acreditar que seu sonho pode se tornar realidade, ninguém o fará em seu lugar.

segunda-feira, 16 de março de 2015

O Elemento Fogo e Nossos Aprendizados

Posicione-se diante de uma vela acesa e observe sua chama. O que ela pode lhe mostrar? O que sua própria alma pode mostrar? Simplesmente sua própria bagagem, ou seja, tudo o que carrega em seu interior.

A chama lhe auxilia no processo de conhecer o que há em suas profundezas. Sabe aquela gaveta de um móvel que está cheia de objetos sem utilização, mas que ocupa espaço? Você olha para ela, mas não tem a coragem de organizá-la, pois custa trabalho e consome energia. Porém ela está lá e precisará de limpeza em algum momento.

É mais doloroso conhecer as próprias fraquezas do que apontar as alheias. Razão pela qual vemos, com maior frequência, a segunda hipótese posta em prática.

Compreenda mais claramente os próprios desígnios. Liberte-se das correntes às quais se aprisiona voluntariamente. Tudo é uma questão de vontade e esta energia pode ser aplicada sem perda de tempo.

Não tema o fracasso, pois o medo lhe impedirá de iniciar qualquer nova trajetória. A única realidade existente chama-se AGORA. Tudo o que já passou não possui força para influenciar seu atual estado de espírito, desde que não o permita. Preocupações com passado ou futuro são apenas fugas do que é preciso realizar hoje.

Preze pela sinceridade em primeiro plano, principalmente consigo. Já descobriu o que realmente quer para si? Pense a respeito, mas faça-o agora mesmo.

O fogo trabalha a vontade, a criatividade e a iniciativa, tal como purifica a alma. É a própria alma. A chama que observa logo à sua frente apenas reflete o brilho que você irradia, portanto conecte-se com aquilo que verdadeiramente acredita ser.

Esta é uma boa forma de começar. (Ou recomeçar!)

quinta-feira, 5 de março de 2015

Dizem que sou louco?

Você gosta de ser "normal"? Em caso afirmativo, conseguiria definir a normalidade e, simultaneamente, imaginar-se plenamente feliz? Provavelmente não, pois isto seria apenas agir de modo convencional.

Como já dizia Hermógenes, escritor e professor de Hatha Yoga (a quem aprecio), a tentativa de ser normal pode conduzir à "normose", ou seja, a doença de quem acredita que o melhor a fazer é ser normal.

A sociedade na qual estamos inseridos impõe padrões e valores, os quais você seguirá somente se assim o quiser. Minha sugestão é a de selecionar determinados valores e eliminar os "scripts". Caso a sua opção seja a de viver padronizado(a), faça-o ciente de que o preço a ser pago é a supressão de sua alma. É uma espécie de fuga daquilo que existe em seu interior e que precisa de espaço para se manifestar, logicamente, com sua autorização.

É impossível a qualquer indivíduo expressar a verdadeira essência ao seguir o fluxo sem questionamentos, agindo tal como um bolinho que sai da forma equivalente àqueles que já encontram-se à mesa. Esta é uma triste notificação a ser feita, porém tão real quanto qualquer coisa ao seu redor.

Não tema os olhares curiosos, não se preocupe com as opiniões alheias pouco ou nada construtivas. A vida acontece no dia de hoje, sendo que a decisão de vivê-la é apenas sua. Faça tudo à sua maneira, pois futuramente não terá de quem cobrar satisfações pelo tempo desperdiçado.

terça-feira, 3 de março de 2015

Erva de São João (Hypericum perforatum L.)


Outros nomes populares: hipericão, orelha-de-gato, milfurada e alecrim-bravo.

Este vegetal é conhecido por suas propriedades no tratamento fitoterápico como auxiliar da depressão e estados de apatia, assim como terror noturno associado à enurese e distúrbios gastrointestinais.

No banho de ervas, podemos usá-lo com o intuito de facilitar a aceitação dos reveses da vida, tal como para despertar mais alegria em nosso interior.

Na Europa Medieval esta erva foi utilizada como amuleto contra feitiços e na confecção de enfeites em grinalda para as festas realizadas pelo povo. Guerreiros somente eram admitidos em torneios após provarem não portar consigo tal erva, pois sua presença junto ao corpo daquele que lutava era tida como vantagem desleal.

Curiosidade: Segundo uma lenda, o Hipérico, nome pelo qual o vegetal também é conhecido, nasceu no local onde escorreu o sangue de São João Batista, após sua decapitação. Por este motivo é que a erva recebe o nome do santo, sendo largamente utilizada para afastar maus espíritos e combater depressões. O pigmento vermelho extraído de suas flores, denominado hipericina, simboliza o sangue de São João.